Conhecimentos Específicos: Odontologia - CONSULPAM 2025 - Odontólogo
Durante a avaliação oclusal de um paciente adulto jovem, sem histórico de disfunção temporomandibular, o cirurgiãodentista observa que com a máxima a relação cêntrica coincide com a máxima intercuspidação habitual, que há guia canina eficiente e que os contatos posteriores apresentam distribuição bilateral e simultânea. O paciente relata conforto mastigatório, ausência de ruídos articulares e não facetas de apresenta desgaste patológicas. Considerando os princípios fundamentais da oclusão funcional, a biomecânica mandibular e os critérios de oclusal, estabilidade assinale a alternativa INCORRETA.
A distribuição bilateral e simultânea dos contatos oclusais posteriores em máxima intercuspidação é um dos pilares da oclusão mutuamente protegida, pois garante eficiência mastigatória e estabilidade mandibular, desde que acompanhada de desoclusão posterior adequada nos movimentos excursivos.
A coincidência entre relação cêntrica e máxima intercuspidação habitual é considerada um indicativo de estabilidade oclusal, pois reduz a necessidade de acomodação neuromuscular durante o fechamento mandibular e minimiza a ocorrência de trajetórias desviadas de fechamento.
A presença de guia canina funcional durante movimentos excursivos laterais contribui para a proteção dos dentes posteriores, reduzindo cargas horizontais e evitando contatos prematuros que poderiam gerar sobrecarga periodontal ou muscular.
A ausência de facetas de desgaste é um indicativo de que não há atividade parafuncional, e por isso o necessita de paciente não monitoramento periódico da oclusão, uma vez que a estabilidade atual tende a se manter independentemente de alterações musculares, dentárias ou periodontais ao longo do tempo.
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