Legislação Extravagante - Fundação CETREDE 2025 - Orientador Social
Leia a situação hipotética.
Durante uma atividade com adolescentes em medida socioeducativa, um orientador social percebe que um deles manifesta comportamentos de isolamento e aversão ao grupo. Preocupado com a situação, o orientador social inicia uma observação mais detalhada considerando os princípios estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), especialmente os que asseguram o direito ao respeito, à dignidade e à proteção integral do adolescente.
Com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a abordagem adequada para lidar com a situação é
encaminhar, imediatamente, o adolescente ao Conselho Tutelar, sem necessidade de explicações ou comunicação prévia com ele, para que as providências sejam tomadas pela autoridade competente.
promover uma escuta qualificada, respeitando a individualidade do adolescente, investigando as possíveis causas do comportamento, e, se necessário, encaminhá-lo para apoio psicológico e social, articulando a rede de proteção.
aplicar uma medida punitiva, como a suspensão da participação nas atividades em grupo, para que o adolescente entenda a importância da convivência coletiva.
solicitar aos demais integrantes do grupo que conversem com o adolescente e o incentivem a participar, sem a necessidade de intervenção direta do orientador social, priorizando a autonomia do grupo.
relatar o caso à direção da instituição, delegando a responsabilidade para que sejam adotadas as medidas administrativas cabíveis, sem a necessidade de um acompanhamento contínuo.
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