Atualidades e Conhecimentos Gerais - FGV 2021 - Soldado
A entrada das mulheres na Polícia Militar se deu junto com o processo de redemocratização do país. A respeito da participação feminina na corporação, leia o trecho da entrevista de Tatiana Lima, Capitã da Polícia Militar do Rio de Janeiro, a seguir. Eu entrei em 2008, fiz a academia, me formei em 2010 e fui trabalhar nas ruas. Eu peguei um momento em que a entrada das mulheres nas UPPs foi muito valorizada, pois a imagem das policiais femininas ajudou muito na pacificação. A gente precisava do diálogo com a comunidade e as mulheres por serem mais humanas e acolhedoras conseguiram abrir esse espaço. Então, externamente foi bom. Internamente, principalmente nas missões operacionais, o preconceito continuou. A mulher continua sendo vista como mais fraca. Em uma operação com emprego de armas longas utilizadas em massa, sempre duvidam da performance da mulher. Hoje as mulheres estão começando a mostrar de forma positiva que também querem ocupar esse espaço. O importante é treinar e tentar igualar a eficiência da resposta física, apesar dos homens terem uma genética mais favorável. Tudo é treino. Adaptado de https://www.nexojornal.com.br/profissoes/2021/04/16 Segundo o testemunho da entrevistada, assinale a afirmativa correta.
A isonomia de fato entre homens e mulheres na PM foi atingida, por isso a participação feminina está aumentando.
O cargo de PM é incompatível com o gênero feminino, por envolver situações de confronto violento.
A atuação feminina na PM é válida, mas deve ser direcionada preferencialmente para missões de pacificação.
O preparo físico é fundamental para o serviço operacional, independente do gênero.
O espaço para a mulher na PM é reduzido, tanto em ações de confronto quanto em atividades de relações públicas.
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