Conhecimentos Específicos: Enfermagem - Instituto Legatus 2025 - Técnico em Enfermagem
Durante a passagem de plantão em uma unidade de emergência, a equipe de enfermagem está discutindo o caso de um paciente de 55 anos, admitido com dor abdominal aguda, cuja pressão arterial (110/70 mmHg), frequência cardíaca (88 bpm) e frequência respiratória (18 ipm) estão dentro dos limites de normalidade. No entanto, a técnica de enfermagem do plantão noturno relata que a temperatura corporal do paciente, aferida por via axilar, apresentou um pico de 38.5°C há 2 horas, mas no momento está em 37.2°C. Ela observou também uma palidez discreta, mas não registrou outras alterações. A equipe do plantão diurno sugere que, como a temperatura voltou ao normal e os outros sinais vitais estão estáveis, não há necessidade de investigação imediata de processo infeccioso ou inflamatório. Analise as alternativas a seguir e marque a que apresenta a interpretação mais acurada, considerando a fisiopatologia e a dinâmica dos sinais vitais.
A palidez é um achado subjetivo e a temperatura normalizada é o que importa; a técnica de enfermagem deve aguardar o desenvolvimento de outros sintomas antes de alertar o enfermeiro.
A variação de temperatura é normal e a estabilidade dos outros sinais vitais indica que o paciente está compensado, sem necessidade de investigação imediata.
O pico febril isolado sem outras alterações é irrelevante para a dor abdominal; a equipe deve focar apenas no manejo sintomático da dor.
A dor abdominal aguda é o sintoma principal; a equipe deve priorizar a administração de analgésicos potentes para aliviá-la e, se a dor persistir, reavaliar.
A ocorrência de um pico febril, mesmo que transitório pode ser um indicador importante de processo infeccioso ou inflamatório, e sua normalização não exclui a presença de doença grave.
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