Português - Instituto Legatus 2025 - ASG - Auxiliar de Serviços Gerais
TEXTO
“O Enigma”
Era uma vez um príncipe que, desejando pôr à prova sua sabedoria, decidiu viajar pelo mundo acompanhado de um fiel criado.
Em uma floresta escura, chegaram a uma casa habitada por uma donzela e sua madrasta, acusada de bruxaria. A donzela alertou: “não comam nem bebam nada que a madrasta ofereça, pois poderá ser envenenado”; e advertência foi obedecida.
Na manhã seguinte, após sobreviverem a armadilhas, os viajantes avistaram um corvo devorando um cavalo morto. Ao tentarem fugir, capturaram o corvo e, mais adiante, entregaram-no em uma estalagem, onde virou sopa que matou doze ladrões.
Continuando a viagem, chegaram a uma cidade em que uma princesa prometera-se em casamento àquele que resolvesse um enigma imaginado por ela.
O enigma era: “O que não matou nenhum, no entanto matou doze?” A princesa, sem conseguir resposta, decidiu testá-lo.
Durante três noites, ela tentou extrair a resposta enquanto o príncipe dormia; apenas na terceira noite obteve a resposta correta: “o corvo”.
Fonte: GRIMM, Jacob & Wilhelm. O Enigma. In: Kinder- und Hausmärchen. Berlin: 2.a ed., 1819. (Conto dos Irmãos Grimm, versão condensada)
Por que a princesa só obteve a resposta correta ao final da terceira noite?
O príncipe revelou inconscientemente durante o sono.
O príncipe a enganou durante duas noites consecutivas.
Ela precisava de tempo para compreender o enigma.
A princesa finalmente compreendeu a importância do corvo.
Ela finalmente conseguiu manipular os sonhos do príncipe.
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