História - IDIB 2026 - Guarda Municipal
“O governo que já vinha reprimindo as atividades da ANL obteve uma excelente razão para fechá-la. Isso ocorreu por um decreto de 11 de julho de 1935. Daí para a frente, enquanto se sucediam muitas prisões, o PCB começou os preparativos para uma insurreição. Eles resultaram na tentativa do golpe militar de novembro de 1935. O levante de 1935 — que lembra as revoltas tenentistas da década de 1920 — [...] começou a 23 de novembro no Rio Grande do Norte, antecipando-se a uma iniciativa coordenada a partir do Rio de Janeiro.”
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp/FDE, 1995. p. 361.)
Considerando o caráter singular do denominado “Levante Comunista” de 1935 no Rio Grande do Norte e o projeto da Aliança Nacional Libertadora (ANL), avalie criticamente as afirmativas a seguir e identifique aquela que evidencia a especificidade potiguar no contexto desse acontecimento.
No Rio Grande do Norte, a mobilização ocorrida em 1935 permaneceu restrita a pequenos grupos urbanos sem apoio militar, não havendo controle insurgente de espaços centrais e mantendo-se a autoridade estadual intacta ao longo de toda a crise.
No Rio Grande do Norte, o levante de 1935 resultou na tomada temporária da capital por militares e civis ligados à ANL, configurando o caso de controle insurgente efetivo em uma capital brasileira e revelando tensões profundas na estrutura política local.
No Rio Grande do Norte, as ações de 1935 foram limitadas a manifestações dispersas e desorganizadas, sem articulação entre civis e soldados, e não produziram qualquer ruptura significativa na rotina administrativa da capital ou do governo estadual.
No Rio Grande do Norte, o episódio de 1935 configurou apenas uma reação simbólica à ANL, pois os setores militares recusaram adesão ao movimento e impediram que grupos civis realizassem ocupações de prédios ou tentativas de subversão da ordem vigente.
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