Ética e Relações Humanas - UPA 2025 - Agente de trânsito
Um Agente de Trânsito, ao abordar um veículo por uma manobra proibida, constata que o condutor é um empresário de grande influência na cidade, conhecido por suas conexões políticas. O condutor, de forma velada, sugere que uma autuação poderia gerar "complicações desnecessárias" para o agente de trânsito. Diante da situação, o agente de trânsito se vê em um dilema que transcende a mera aplicação da lei, tocando no cerne de seu papel como servidor público e cidadão. A decisão a ser tomada deve ser fundamentada nos preceitos que regem a conduta no serviço público. Analisando a intersecção entre ética e cidadania na atuação do descreve assinale a alternativa que servidor, corretamente o princípio orientador para a conduta do Agente de Trânsito.
A ética profissional do servidor corresponde ao conjunto de seus valores morais particulares, o que The permite, com base em seu juízo subjetivo de conveniência, flexibilizar a aplicação da norma para evitar um conflito que considere de maior prejuízo ao bem comum.
O exercício da cidadania pelo agente de trânsito se esgota no cumprimento estrito de suas atribuições punitivas, não sendo seu papel ativo educar ou F orientar os cidadãos sobre seus deveres, pois tal conduta extrapolaria sua função e poderia ser interpretada como um juízo de valor pessoal.
A conduta do agente de trânsito deve pautar-se pelo princípio da impessoalidade, que exige tratar todos os cidadãos com isonomia, sem conceder privilégios ou fazer distinções em razão de posição social, poder ou ações pessoais, assegurando a prevalência do interesse público.
O princípio da eficiência administrativa legitima que o agente de trânsito opte pela via que gere menor atrito institucional, podendo relevar uma infração de menor potencial ofensivo para preservar a harmonia entre os poderes e otimizar os resultados práticos de sua atuação.
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