Conhecimentos Específicos: Prof. História - FUNECE/UECE 2018 - Professor de Ensino Fundamental - História
Atente para o seguinte excerto:
“No vocabulário, o historiador cita o exemplo de ‘mandinga’: ‘Dicionarizado como feitiço, o termo vem da bolsa de mandinga, amuleto muçulmano que os africanos introduziram no Brasil’. Na culinária baiana, outra tradição islâmica também cruzou o Atlântico: o arroz de haussá. (...) Outra hipótese para a origem etimológica do nome Oxalá: a expressão árabe Insha'Allah, que significa ‘se Deus quiser’. [O historitor] dá outras pistas da associação entre as duas religiões: o símbolo da meia-lua atrelado aos orixás, a substituição do colorido das vestes africanas pelo branco das roupas islâmicas e até a prática ritual de tirar os sapatos antes das reuniões”.
BERNARDO, André. O legado de negros muçulmanos que se rebelaram na Bahia antes do fim da escravidão. BBC News Brasil [on-line], publicado em: 9 de maio de 2018. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil44011770
Sobre os escravos negros islamizados no Brasil, sua resistência à escravidão e influência na cultura, é correto afirmar que
tomaram parte no movimento que conduziu à precoce abolição da escravatura no Ceará, em 25 de março de 1884.
foram responsáveis pela introdução, na Bahia, das religiões tradicionais africanas como o candomblé e a umbanda.
por serem muçulmanos, não aceitaram o sincretismo religioso tão comum no Brasil e assim findaram executados.
lideraram a Revolta dos Malês, e deixaram uma forte marca na cultura brasileira, sobretudo baiana, através do sincretismo.
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