Português - UPA 2024 - Enfermeiro
Diante da proposição: "Não há justificativa para transformar a linguagem popular em chacota e riso. No entanto, quando se admite que se deve conviver com o erro sem corrigi-lo, admite-se estar privando um falante de aprender aquilo o qual é correto e de ter oportunidade de acesso a outros modos de linguagem." Pode-se inferir que uma das alternativas abaixo vai ao encontro da proposição. Assinale-a:
Há que se defender a língua da mudança, esforçar-se para que as pessoas obedeçam às normas da língua, afinal todos têm de (e podem) falar e escrever de acordo com as regras.
O dono da língua é o falante, não o gramático. Aprendemos com o falante a língua como ele fala e então procuramos saber por que está falando de um jeito ou de outro e é por isso se faz viável aprender o registro formal da língua, enxergando-a como a modalidade da linguagem mais do que corr
Isentar o falante da responsabilidade de seguir as normas linguísticas e deixá-lo falar como quiser e souber - esse deve ser o principal objetivo do ensino da linguagem
Deve-se defender a ideia de que há mais maneiras de pensar a linguagem do que a velha dicotomia do "certo" e "errado". Entender que há modos e modos de falar e conhecê-los fará o falante ajustar-se ao propósitos de cada relação comunicativa da qual participar.
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